{"id":13071,"date":"2017-07-05T18:42:48","date_gmt":"2017-07-05T17:42:48","guid":{"rendered":"http:\/\/cen.pt\/blog\/?p=13071"},"modified":"2017-07-05T18:42:48","modified_gmt":"2017-07-05T17:42:48","slug":"as-plantas-fazem-falta-na-nossa-cozinha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cen.pt\/blog\/2017\/07\/05\/as-plantas-fazem-falta-na-nossa-cozinha\/","title":{"rendered":"Plantas e ervas arom\u00e1ticas fazem falta na nossa cozinha!"},"content":{"rendered":"<p>As plantas e as ervas arom\u00e1ticas j\u00e1 fazem tradicionalmente parte da cozinha portuguesa e da cozinha mediterr\u00e2nica, de uma forma geral.<\/p>\n<p>Uma das utiliza\u00e7\u00f5es mais comuns \u00e9 em ch\u00e1s e tisanas, \u00e1rea em que encontramos uma variedade enorme e com efeitos comprovados na resolu\u00e7\u00e3o de alguns problemas de sa\u00fade, mais ou menos ligeiros.<\/p>\n<p>Por outro lado, temos as ervas arom\u00e1ticas que servem para temperar, dar gosto, ou at\u00e9 s\u00f3 emprestar colorido aos nossos pratos. Nesse aspeto, a cozinha da zona sul do nosso pa\u00eds \u00e9 extremamente rica e quase todos os pratos tipicos s\u00e3o confecionados com algum tipo de erva: salsa, hortel\u00e3, oreg\u00e3os, coentros\u2026<\/p>\n<p>Entretanto, \u00e9 interessante descobrir que existem algumas ervas\/plantas que podemos utilizar para substituir de forma total e permanente, alguns ingredientes nocivos que utilizamos diariamente na nossa alimenta\u00e7\u00e3o e que tendem a causar problemas \u00e0 nossa sa\u00fade. Falamos, nomeadamente do sal e do a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<p>O uso do sal \u00e9 ainda um dos fatores que influencia mais negativamente os nossos h\u00e1bitos alimentares, uma vez que um grande n\u00famero de pessoas tem tend\u00eancia a \u201ccarregar no sal\u201d quando confeciona as suas refei\u00e7\u00f5es. Isto faz com que sejam frequentes problemas de press\u00e3o arterial alta, que leva \u00e0 hipertens\u00e3o, reten\u00e7\u00e3o de liquidos, problemas nos rins, noites mal dormidas\u2026 entre outros.<\/p>\n<p>No entanto, ele pode ser substituido, na totalidade ou quase na totalidade, por uma s\u00e9rie de plantas que v\u00e3o real\u00e7ar o sabor dos alimentos e permitir a redu\u00e7\u00e3o do teor de sal. Entre elas podemos mencionar a cebola e o alho, o alecrim, o cominho, o louro e a pimenta. Uma outra planta, bem menos conhecida, mas na qual algumas empresas come\u00e7am a apostar, \u00e9 a salic\u00f3rnia \u2013 uma planta que cresce naturalmente nos ambientes salinos, nomeadamente na zona de Aveiro, outrora considerada uma praga nestes locais, mas da qual se acabaram por reconhecer as vantagens e possibilidades de utiliza\u00e7\u00e3o como substituta do sal, precisamente.<\/p>\n<p>\u00c9 tudo uma quest\u00e3o de se investigar um bocadinho, de se ser criativo na cozinha, de se fazer a combina\u00e7\u00e3o destes ingredientes, e podemos obter excelentes resultados no que diz respeito ao sabor da comida e \u00e0 melhoria da nossa sa\u00fade, ou na preven\u00e7\u00e3o dela.<\/p>\n<p>No que diz respeito ao a\u00e7\u00facar, outro vicio a que poucos escapam, ele j\u00e1 se nos apresenta em quantidade suficiente e natural em alguns alimentos: nas frutas, nos legumes, nos cereais\u2026 E por a\u00ed nos deviamos ficar. A utiliza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar em excesso, eleva a glicose no nosso sangue, dificulta os processos metab\u00f3licos, quebra as mol\u00e9culas de colag\u00e9no, aumenta a celulite, engorda\u2026<\/p>\n<p>\u00c9 importante saber, al\u00e9m disso, sobre o a\u00e7\u00facar, que quanto mais claro e fino ele seja, menos bem nos faz, porque para chegar a esse ponto, ele passou por um processo de refinamento em que se utilizam aditivos qu\u00edmicos e lhe \u00e9 retirado o seu valor nutricional. Se vamos utilizar a\u00e7\u00facar, ent\u00e3o o melhor ser\u00e1 usar o a\u00e7\u00facar em bruto, o mais escuro \u2013 o chamado a\u00e7\u00facar mascavado, que est\u00e1 mais pr\u00f3ximo do seu estado natural e que mant\u00e9m, por isso, o seu valor em c\u00e1lcio, ferro e sais minerais. N\u00e3o deixando, no entanto, de ser altamente cal\u00f3rico!<\/p>\n<p>Assim, mais uma vez, podemos recorrer a outras solu\u00e7\u00f5es para confecionar os nossos doces. A st\u00e9via, talvez um dos substitutos naturais do a\u00e7\u00facar mais conhecido, \u00e9 uma planta oriunda da Am\u00e9rica do sul que \u00e9 usada tanto para fins medicinais como para servir de ado\u00e7ante e \u00e9 cerca de 200 \u2013 300 vezes mais doce que o a\u00e7\u00facar. Outra op\u00e7\u00e3o, menos conhecida, mas muito v\u00e1lida \u00e9 o extrato de \u00e1gave (planta de origem mexicana, parecida com um cato). Al\u00e9m destas plantas, pode obter-se ado\u00e7ante natural tamb\u00e9m a partir da seiva de alguns frutos, como o coco, por exemplo. E temos sempre o mel, que pode substituir o a\u00e7\u00facar em muitas situa\u00e7\u00f5es, mas do qual tamb\u00e9m n\u00e3o se pode abusar, por ser extremamente cal\u00f3rico.<\/p>\n<p>Ou seja, n\u00e3o precisamos de abdicar dos doces, que nos ajudam a relaxar o corpo e a mente\u2026 o que precisamos \u00e9 de explorar formas mais saud\u00e1veis de usufruir do lado doce da vida!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As plantas e as ervas arom\u00e1ticas j\u00e1 fazem tradicionalmente parte da cozinha portuguesa e da cozinha mediterr\u00e2nica, de uma forma geral. Uma das utiliza\u00e7\u00f5es mais comuns \u00e9 em ch\u00e1s e tisanas, \u00e1rea em que encontramos uma variedade enorme e com efeitos comprovados na resolu\u00e7\u00e3o de alguns problemas de sa\u00fade, mais ou menos ligeiros. 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